CHAMAM AO TELEFONE
O SENHOR DOUTOR
AFONSO HENRIQUES
Nuno Nazareth Fernandes |
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Ventos do Imaginário
16 x 23 cm - 272 págs
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P.V.P.
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Chamam ao Telefone o Senhor Doutor Afonso Henriques é uma metáfora, uma gigantesca metáfora, uma pedrada no charco em que
Portugal mergulhou nos dias de hoje.
Um livro alucinante, uma
história de suspense entre o thriller e a ficção científica, decorre,
aparentemente, numa Lisboa de hoje, entre o primeiro e o seguinte raio de
sol de um dia que pode acontecer a qualquer momento.
Ao longo de um diálogo de 24
horas como fio condutor, em sucessivos flash back, numa linguagem
quase cinematográfica, desfilam os últimos sessenta anos da História de
Portugal, mas também todo o seu milenário passado, entrecortado por
momentos-chave da própria Civilização, num revisitar do nosso imaginário
colectivo, realçando, afinal, as vivências, sonhos e dramas de uma geração
que teve vinte anos num certo momento... mas que só para alguns foi o
momento certo...
Romance de Acção, Mistério, Amor, Sexo e Violência, tem
sempre, na sombra, como pano de fundo, a presença da enigmática Ordem do
Templo, não na sua componente material, mas na sua mensagem gnóstica.
Nuno
Nazareth Fernandes nasceu em Lisboa a 24 de Junho de 1942. É licenciado em Engenharia Mecânica
(Aeronáutica) pelo Instituto Superior Técnico. Compositor, letrista,
cartoonista, fotógrafo, poeta e guionista, é sobretudo conhecido pelas suas
participações nos Festivais RTP da Canção que venceu por três vezes,
com O Vento Mudou, Desfolhada e Menina, pelos
sketches de Eu Show Nico e EuroNico e como autor de texto
e música de inúmeras Revistas, num percurso de mais de quatro décadas entre
os mundos do Disco, da Rádio, da Televisão e do Teatro. Em todos esses
campos trabalhou com os mais variados autores e poetas, sobretudo com José
Carlos Ary dos Santos com o qual escreveu, entre muitas, uma das mais belas
canções da música portuguesa: Canção de Madrugar. Cumpriu Serviço
Militar, como oficial do Serviço de Material, primeiro na Fábrica Militar de
Braço de Prata, e, depois, no Comando Territorial da Guiné, hoje República
da Guiné-Bissau. Fez parte da Direcção e Administração da Sociedade
Portuguesa de Autores ao longo de sete anos. Considera-se um "estudioso
compulsivo" de História, principalmente no que diz respeito à de Portugal e
da Ordem do Templo. Enviuvou por duas vezes, tem três filhos e um neto. Vive
em Lisboa. Chamam ao Telefone o Senhor Doutor Afonso Henriques, não
sendo o seu primeiro livro, é, contudo, o seu primeiro romance. |