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HILARIANTE! POLÉMICO! O LIVRO QUE QUALQUER GRÃO-MESTRE GOSTARIA DE PROIBIR...
«É um romance muito do nosso tempo, das suas realidades
e das suas fantasias, da sua materialidade quotidiana e das suas
projecções proféticas. É um romance original que aborda um tema que, ao
que creio, nunca foi tratado de maneira tão aberta pelo nosso romance. Que
contrariando uma certa tendência da nossa literatura (a que Óscar Lopes,
um dia chamou «literatura lunar») é um livro que ri e que diverte». «Um romance, um grande romance e impecavelmente bem
escrito! Um romance que se "bebe de um trago", avidamente, que prende
qualquer leitor da primeira à surpreendente última página! Pela sátira
mordaz e contundente, por vezes queiroziana, Luís Filipe Sarmento lança,
afinal e apenas, o descrédito sobre todos aqueles que, por ignorância,
cupidez ou oportunismo, são a parte visível do falso esoterismo, do falso
ocultismo, do falso maçonismo». «A Crónica da Vida Social dos Ocultistas é um
livro instrutivo, irónico, corajoso, por vezes apaixonante, por vezes
hilariante. Inicia-nos, com realismo e humor, em mistérios muito actuais.
Assistimos a espectáculos mágicos, escutamos assombrosos discursos,
planamos sobre o poder, a fraude e a ilusão, sobre crenças autênticas,
mistificações e factos históricos. Só lendo… «Uma autópsia do grotesco, como esta a que Luís Filipe
Sarmento procede com bisturi magistralmente afiado, corria talvez o risco
de escandalizar quem anda pelos átrios do espírito com os olhos postos no
folclore, no brilho das lantejoulas simbólicas, na superfície. Não é com
esses que o Autor se entende. O filme sardónico que faz desfilar diante do
leitor, este relato genial na captura dos pequenos e grandes ridículos,
esta gargalhada saudável que desfere à face da parlapatice de capa
esotérica – significam, afinal, o contrário do que parecem: sendo uma obra
de crítica, mordaz e implacável quanto baste, este livro encerra ainda uma
esperança, legível em tinta indelével nas entrelinhas. É esse duplo
sentido, a um tempo arrasador e visionário, que faz da Crónica da Vida
Social dos Ocultistas uma leitura tão compulsiva, a que uma mestria no
domínio dos diálogos deu uma rara fluidez». «Pois bem, há de tudo neste livro de entusiástica
leitura! Audaz, sarcástico, contumaz, Luís Filipe Sarmento não deixa
créditos por mãos alheias. O que tem a dizer, di-lo nesta sua escrita
viva, pessoalíssima e liberta de preconceitos». «Esta Crónica da Vida Social dos Ocultistas, de
Luís Filipe Sarmento, tem três grandes virtudes. Antes de mais, é uma
história bem contada, que se lê de um fôlego. É, ao mesmo tempo, uma
aventura divertida, cheia de inesperadas peripécias que nos levam,
frequentemente, até à gargalhada. E subjacente ao talento da escrita – em
que se sublinha a capacidade de chegar ao leitor sem supérfluos artifícios
de estilo, mas com uma prosa rica de originalidade e, ao mesmo tempo,
escorreita, simples e directa – o autor desoculta uma realidade esotérica,
que conhecemos mal, numa dupla dimensão. Enquanto sociedade que cultiva o
secretismo, e também enquanto grupo social que trilha vias, que os seus
membros entendem ser as de saberes alternativos, só ao alcance dos
iniciados. Em suma, uma delícia». «De uma forma divertida e original, algumas portas que
fechavam muito mistérios e curiosidades foram finalmente abertas de uma
forma corajosa. Ao mergulharmos na Crónica da Vida Social dos
Ocultistas, Luís Filipe Sarmento desvenda e põe a nu muito do
secretismo que envolve as denominadas Ordens Secretas...». «Esta excepcional obra de Luís Filipe Sarmento, escrita
com verdadeira mestria, lança uma "pedra no charco" no chamado mundo do
"esoterismo". A leitura da Crónica da Vida Social dos Ocultistas
revela-se compulsivamente cativante porque provoca, satiriza, por vezes
choca. Mas, e sobretudo, faz-nos rir, rir à gargalhada!... E não é o riso
uma das formas do homem se libertar – transcendendo-se – do ridículo que
são as suas ilusórias concepções? |
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