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Não houve outra nação a par da portuguesa que, com tão poucos homens, tivesse escrito páginas tão significativas na evolução da humanidade. Cheia de actos individuais de bravura e heroísmo, demonstrados em situações que desafiam a lógica, surgiram as perguntas de como foi possível e com que armas é que se confrontaram tão escassos números de portugueses contra exércitos, em geral, substancialmente superiores! Esta obra, não só narra uma série de casos extraordinários, como dá acesso ao conhecimento das armas de ambos os lados das contendas. No estudo comparativo do respectivo armamento surgem explicações que nos esclarecem sobre as razões pelas quais certos riscos foram assumidos. No entanto, não se pode simplificar a questão, pensando que a superioridade das armas explica tudo. Sendo verdade, em alguns casos, noutros não o é, ficando a razão principal na qualidade dos homens, na sua fé, coragem e convicção na defesa da sua existência, enfim, da sua identidade portuguesa, então plenamente assumida.
Alguns Feitos Históricos Surpreendentes
Relatados Neste Livro Um piloto português veio da Índia para Portugal num pequeno barco a remos com uma só vela, tendo o Rei D. João III mandado queimar a minúscula embarcação para não constar que uma viagem destas fosse possível. Um português desafiou sozinho um exército turco de milhares de guerreiros para recuperar um capacete perdido que lhe tinha sido emprestado. Cinco portugueses tomaram uma galé turca de 150 guerreiros. Dois portugueses defenderam um baluarte em ruínas contra 700 turcos que o estavam a escalar, impedindo a sua tomada.
120 portugueses conquistaram e queimaram uma
fortaleza defendida por um exército de 50.000 guerreiros. |
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