Templários - De Milícia Cristã a Sociedade Secreta - Vol. II
Eduardo Amarante

Arquivos da Cavalaria
17 x 24 - 356 pp
 

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ÍNDICE

 

Introdução

 

1ª Parte – A Lusitânia no Contexto Ibérico

 

I Capítulo – Vestígios Primários da Cultura Portuguesa

1. O contexto estratégico da Península pré e proto-histórica: Atlântida e Lusitânia

2. A cultura megalítica: antecedentes "históricos" da raça lusitana

2.1. Pequenos apontamentos sobre o lendário povo de Tartessos

3. O enigmático alfabeto ibérico

II Capítulo – O Primeiro Mosaico de Povos da Península Ocidental

A. Os lígures

B. Os iberos

C. Os fenícios

D. Os gregos

E. Os celtas

F. Os cartagineses

III Capítulo – Panorâmica Geral dos Povos da Lusitânia Proto-Histórica

1. Os grupos étnicos

2. Os caracteres etnogénicos

2.1. Os lusitanos

IV Capítulo – O Poderio de Roma e a Resistência dos Povos do Ocidente Peninsular

1. A resistência lusitana

2. Viriato: dois homens, dois destinos

2.1. A face heróica da resistência lusitana

2.2. Testemunhos históricos da resistência heróica de Viriato

3. A resistência lusitana sobrevive com Sertório

4. Pequenas bolsas de resistência e o estratagema romano para a subjugação definitiva dos povos peninsulares

 

V Capítulo – Da Lusitânia Pré-Romana à Província Romana da Lusitânia – Sua Gradual Desagregação: A Romanização

1. A nova delimitação geográfica da Lusitânia

2. Os limites da Lusitânia segundo fontes historiográficas

3. As principais estradas romanas na Hispânia e, em particular, as suas vias "secundárias" na Lusitânia

3.1. Características das vias romanas

4. O gradual e lento processo da romanização

4.1. O incremento económico da Hispânia

4.2. Administração e organização social e política do poder: das citânias e das villae aos municípios

5. A influência do cristianismo na Lusitânia

6. As consequências da desagregação do Império Romano

2ª Parte – As Origens Históricas do Reino de Portugal

 

I Capítulo – Notas Introdutórias sobre a História dos Godos

1. Os ostrogodos e os visigodos. Relatos das suas origens

2. A organização hierárquica

2.1. A linhagem real: a sucessão

2.2. Religião e Magia

A. Mitos e símbolos primordiais. A água

II Capítulo – A Conquista do Império Romano pelos "Bárbaros"

III Capítulo – A Teia Político-Religiosa no Triunfo do Catolicismo em Roma

1. A conversão dos godos e o concílio de Niceia

1.1. Mitra e Jesus, o pólo da discórdia

1.2. Mitraísmo e Cristianismo: a "Religião Mistérica" e a "Religião Messiânica"

IV Capítulo – A Invasão dos Povos Bárbaros na Península Ibérica

1. Antecedentes históricos

V Capítulo – Os Reinos Visigótico e Suévico no Ocidente. O Contexto Estratégico da Religião na Península Ibérica

1. Prisciliano e Priscilianismo

1.1. Os concílios peninsulares. A heresia prisciliana e suas acusações

2. Notas introdutórias sobre o movimento monástico

3. Tomar, signo do passado, semente do futuro

4. A disputa religiosa e a estratégia política para a unificação da Península: arianismo versus catolicismo

5. A opção trágica do reino dos suevos na Península

6. Consequências da disputa político-militar na Península

7. A cultura clássico-cristã na Hispânia

8. O actual território português na época dos dois reinos. Os primórdios do reino de Portucale

VI Capítulo – Dos Povos Bárbaros ao Império Muçulmano na Península

1. Os muçulmanos e o Islão

2. A coexistência entre muçulmanos e cristãos

VII Capítulo – A Reconquista Cristã. O Reino das Astúrias-Oviedo

1. Pelágio, o nome da resistência

2. Afonso I, o político da organização do reino das Astúrias

3. Breves apontamentos sobre os sucessores de Afonso I e a gradual solidificação da monarquia cristã

VIII Capítulo – O Feudalismo, Novo "Sistema"de Organização Político-Social

1. O senhor feudal e a sua relação com a Igreja e os bispos

2. A Ordem de Cluny e a institucionalização do poder eclesiástico

3. Indícios da desagregação do poder feudal

IX Capítulo – Portucale, Terra Portucalense, Condado Portucalense. Os Primórdios da Anunciada Independência

1. Mumadona na origem da formação do Condado Portucalense. Fontes históricas

2. Os sucessores de Mumadona em terras portucalenses

X Capítulo – Fundação e Formação do Condado Portucalense

1. A situação política na Hispânia nos finais do século XI. A influência "francesa"

2. O monaquismo e a importância da Ordem de Cluny. Usos monásticos em Portucale e Coimbra no século XI

3. A linhagem do conde D. Henrique e de D. Raimundo. Relação com Hugo de Cluny

 

Conclusão

 

3ª Parte – A Afirmação de Portugal como Nação

 

Capítulo Preliminar – Resenha Histórica sobre o Mosaico de Povos Existentes na Península no Século X

1. O ano 1000, ano de viragem

 

I Capítulo – A Política Independentista do Condado Portucalense

1. D. Raimundo e D. Henrique

2. D. Teresa e o destino do Condado. D. Afonso Henriques

3. A política dos barões portucalenses. D. Afonso Henriques e os primeiros passos para a formação de Portugal

II Capítulo – O Processo da Formação e Independência de Portugal

1. A emblemática batalha de Ourique. De milagre a primeiro mito de Portugal

2. Os primeiros passos para a independência

3. Os limites geográficos do reino e sua população

4. A expansão do território. A conquista de Santarém e de Lisboa

5. A posição estratégica de Tomar e a Ordem do Templo. Gualdim Pais

6. A política colonizadora e administrativa de D. Afonso Henriques

7. A génese de Portugal

8. As Ordens Militares em Portugal

III Capítulo – O Papel das Ordens Monásticas na Formação de Portugal

1. O declínio da regra beneditina

2. Da reforma cisterciense à fundação da Ordem de Cister

3. A Ordem de Cister em Portugal

4. A política real e os cistercienses

4.1. A fundação do mosteiro de Alcobaça. S. Bernardo e D. Afonso Henriques

4.2. A carta de doação dos coutos de Alcobaça. O mosteiro e sua importância para o desenvolvimento e afirmação de um país

4.3. O povoamento do território português

IV Capítulo – A Ordem do Templo na Fundação e Afirmação de Portugal

1. Origem da Cavalaria em território português

2. Os inícios da Milícia de Cristo em terras portucalenses

3. As terras doadas pelos monarcas à Ordem do Templo

4. A arquitectura templária

5. O castelo de Tomar e a sua charola

5.1. Tomar e o "tesouro" dos templários

Conclusão

 

Bibliografia